— Tolisses

Coisas do Ulisses Mattos

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Como sou amigo do fantoche Marcelinho, o pessoal do Sessão Boteco (com quem já havia gravado dois podcasts) me procurou perguntando se o garoto toparia participar de um papo sobre cinema. Achei que a melhor filme para isso seria a comédia “Ted”, pois fala da relação entre um boneco e seu dono. O pessoal do podcast curtiu a sugestão e Marcelinho também. Só faltava falar com Erik Gustavo, que acabou topando, mesmo sabendo que poderia se emocionar demasiadamente em alguns momentos da produção dirigida por Seth MacFarlane.

O resultado você confere aqui no site do Sessão Boteco. A conversa sobre esse divertidíssima comédia começa aos 30:53, como você pode ver na imagem acima. Antes, falamos de outros filmes ou séries a que assistimos na semana. Eu falei de “Poder Paranormal”, que considero uma bela porcaria.

Se não curte ficar ouvindo no computador, tem como baixar no iTunes e ouvir no mp3 player, clicando aqui.

Participei de mais uma edição do podcast Cinema de Boteco. Desta vez o tema foi a nova versão de “O Vingador do Futuro” (“Total Recall”). No papo, falamos também do primeiro filme, com Arnold Schwarzenegger, e do conto no qual as duas produções foram inspiradas.

Para ouvir ou baixar, clique neste link.

Aliás, esse conto é de de Philip K. Dick , um cara que é desconhecido do grande público, mas é um dos autores de ficção científica que mais foram adaptados por Hollywood. Li a história na versão em português, do livro “Realidades Adaptadas”, que a editora Aleph está lançando, com todas as ideias de K. Dick que viraram filmes. Entre os longas, estão nada menos que “Blade Runner” e “Minority Report”.

Ainda sobre o podcast, pra quem é chegado a humor, vale conferir a parte em que falamos sobre como o nome do filme no Brasil é absurdo e como ele deveria ser rebatizado para seguir a lógica inicial (aos 42:30). O papo foi bom para repensar a nota que eu deveria dar ao remake, que acabou sendo menor do que eu planejava.

Na parte do programa em que falamos de obras que conferimos recentemente, também falei de “O Poderoso Chefão”. Reparem com chamo Coppola de Scorsese mais de uma vez. Isso que dá falar de cinema bebendo álcool.

Participei como convidado da 5oª edição do Audiotronik, podcast do Lektronik. O site é sobre games, mas o programa é sobre cinema, séries e até joguinhos, mas tudo pautado pelo humor, afinal dois dos três integrantes são envolvidos com o mundo da comédia de alguma forma.

É claro que eu não estaria lá se fosse para falar sobre games, pois não sei nada sobre o tema. Ou sei? Será que o convívio com o PSP do meu filho me ensinou algo? É o que vocês podem conferir ouvindo a conversa, na qual falei também sobre o novo filme do Homem-Aranha. E ainda falei sobre orangotangos escravizados para embalar Kit Kat e trabalhar com Clint Eastwood. O papo contou com uma convidada surpresa, a divertida Manu Barem, do Jezebel.

Para ouvir online, é só ir nesse link: http://lektronik.com.br/audiotronik-50-eu-e-minha-boca-cheia-de-gatos.

Para baixar, clique nesse aqui: http://lektronik.com.br/wp-content/uploads/2012/07/audiotronik_50.mp3 

É Natal. Nessa época se falaem Papai Noel. Eduendes. Sim, sabemos que Papai Noel não existe. Mas há quem queira que seja diferente com os duendes. Vi isso com tristeza em um dia de sábado, 8 de dezembro de 2001, às 10h30. New York City Center, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. Era a pré-estréia do filme “Xuxa e os duendes” para convidados e intimados, com presença do elenco e produtores. Eu estava lá. Não para tirar fotos de ídolos, pegar autógrafos ou simplesmente gritar a rima “Xuxa, cadê você? Eu vim aqui só pra te ver”, como aconteceu direto com outras pessoas presentes. Eu estava lá por motivos profissionais, trabalhando como repórter do Jornal do Brasil.

Por isso me senti um pouco ofendido quando o segurança me freou a entrada pedindo que eu comprovasse meus motivos e apresentasse minha credencial. Eu quis dizer “meu amigo, você acha que eu teria vindo até a Barra num sábado de manhã para ver um filme da Xuxa se não fosse por motivos profissionais?”. Mas não pensei seriamente em soltar essa frase. Sabia que se eu começasse a perder a paciência na entrada do evento, não me controlaria diante das coisas que ainda estavam para ser presenciadas por estes olhos que o agente funerário há de cremar.

Subi as escadas e confirmei meus temores. Haveria, sim, uma grande presepada. Se no lançamento de “O retorno da múmia” havia um cara vestido de guarda egípcio, por que não fariam algo ainda mais tolo em “Xuxa e os duendes”? Mas eu não estava preparado para o espetáculo deprimente que se desdobrava diante de mim. A produção do evento encheu o local de criancinhas vestidas de duendes. Elas não estavam apenas fantasiadas e sorridentes para recepcionar os convidados. Elas estavam atuando. Sim, encarnaram o espírito de duendes.